"Em Cristo a Mãe de Deus também é Minha - São João da Cruz"
Maria Minha Mãe Maria é a nova Página permanente do nosso blog, que está sendo contruida em Honra à Bem Aventurada Virgem Maria Nossa Mãe do Céu. Nesta página serão postadas Homenagens à Nossa Senhora, textos sobre a devoção à Bem Aventurada Virgem Mãe de Jesus Cristo e nossa, além da história dos principais titulos com os quais a Virgem Maria é venerada pela igreja Católica.
Também especialmente todas as semanas postaremos sobre as Comunidades da Paróquia que são dedicadas à Nossa Senhora, assim como as outras Paróquias e a nossa Diocese de São João del Rei que a tem por Padroeira Principal.
Os símbolos e a devoção popular à Nossa Senhora também serão lembrados nesta coluna e página do nosso blog.
A postagem de hoje nos convida à uma reflexão sobre o significado da palavra Maria na vida dos Cristão . . .
Quando para-se para refletir sobre o significado da palavra MARIA na vida dos cristãos, por diversas formas pode-se entendê-la: seja como a Mãe do Deus feito Homem – Jesus Cristo, Mãe da Igreja ou ainda na mãe por adoção filial dos batizados em Cristo Jesus.
Pode-se ainda vê-la de outras formas: é a cheia de graça (Lc 1,28); a bendita entre as mulheres (Lc 1,42); mãe do Messias, Servo Sofredor (Jo 19,25-27); ou ainda a Serva do Senhor (Lc 1,47-53).
Lê-se em Lc 1, 41-42: ” Aconteceu
que, mal Isabel ouviu a saudação de Maria, a criança saltou em seu
ventre; e Isabel, cheia do Espírito Santo , exclamou em voz alta:
“Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre! “
Por
que então Isabel saudou Maria com tanto entusiasmo? É que o Espírito
lhe abriu a mente para captar o mistério que Maria escondia, mistério
que a faz efetivamente a mais bendita entre todas as mulheres da terra.
Por
um momento na história Maria é o centro do desígnio de Deus. Por ela
passam e se cruzam todos os caminhos. Com efeito, nela se encontram as
duas Pessoas divinas que foram enviadas pelo Pai, o Filho e o Espírito.
Primeiro o Espírito. Este desce sobre ela e arma nela a sua tenda, quer
dizer, mora definitivamente em Maria. É o que o texto de Lc 1,35 deixa
em luz cristalina. Estabelece-se uma relação única entre o Espírito e
Maria. Ela é assumida pelo Espírito de forma tão radical que ela é
elevada à altura do Divino. Por esta razão Lucas diz: “por causa disso, o Santo gerado será chamado Filho de Deus” (1,35). O Filho de Deus só pode provir de alguém feito Deus. Maria, portanto, é o templo vivo do Espírito.
Esse
Espírito em Maria faz com que dela nasça o Filho de Deus encarnado.
Maria empresta a sua carne. O Espírito vai gestando a santa humanidade
de Deus a partir de Maria. Num momento preciso da história, quando ela
diz ao anjo Sim, se fazem presente nela o Espírito que nela mora e o
Filho eterno que começa a crescer como o seu filho. Dignidade maior não
existe. Por isso Isabel tem razão em seu júbilo: Maria é bendita entre
todas as mulheres do universo.
Pode-se ainda perguntar: Qual o papel de Maria Santíssima na historia da salvação?
O
próprio Cristo quando na cruz a colocou como colaboradora íntima da
obra salvadora por ele vivificada na cruz, em Jo 19, 26-27 tem-se: “Vendo
a mãe e, perto dela o discípulo a quem amava, Jesus disse para a mãe:
“Mulher, aí está o teu filho”. Depois disse para o discípulo: “Aí está a
tua mãe”. Ela sempre vivia em união com seu Filho, acompanhava-o passo a passo, associando-se a Ele, amando sempre aqueles que Ele amava. Em
Jo 2,5 está explicitado todo o serviço que Maria presta aos homens e
que consiste em abri-los ao Evangelho de Cristo e convidá-los a
obedecer-lhe: “Fazei tudo o que ele vos disser”.
“Deus
se fez carne por meio de Maria, começou a fazer parte de um povo,
constituiu centro da história. Maria é o ponto de união entre o céu e a
terra. Sem Maria desencarna-se o Evangelho, desfigura-se e transforma-se
em ideologia, em racionalismo espiritualista.“ ou seja em alegoria.(Cf. Puebla 301)
Ora
se a Igreja é o Corpo místico de Cristo, e Maria é colaboradora íntima
da obra salvadora de seu Filho, sendo a co-redentora, pode-se então
indagar por que Ela é também chamada de Mãe da Igreja?
A Igreja, instruída pelo Espirito Santo venera Maria, a Mãe muito amada, e foi nesta fé que através de Paulo VI proclamou-se Maria a Mãe da Igreja. Ela
que já era sem sombra de dúvidas a Mãe de Deus, Mãe de Cristo, quando o
Espírito Santo a cobriu com sua sombra, seria também a Mãe da Igreja,
porque é Mãe de Cristo, cabeça do corpo místico da Igreja. Pode-se
ainda dizer, que é Mãe da Igreja porque no momento que a Igreja nasceu
do coração de Cristo, ela colaborou com o seu amor, sofreu e se
sacrificou com o seu Filho para a redenção do mundo.
A
Igreja gerando sempre sua obra evangelizadora através de novos filhos
batizados em nome da trindade, que pela conversão aceita o Evangelho de
Jesus Cristo, passa a ter um significado de transformação e renovação
para uma vida nova. Torna-se pois, a Igreja, um outro Cristo no
verdadeiro renascer para uma nova vida, onde nesse parto Maria é a
grande Mãe da Igreja e dos novos filhos – os cristãos pelo batismo.
Maria,
mesmo estando na gloria do Pai, age na terra, pois o seu coração de mãe
é tão grande quanto o mundo e intercede sem cessar pelos povos junto a
seu Filho Jesus.
A Igreja hoje no seu renovar espiritual do povo de Deus , deve ter em Maria – o Evangelho encarnado, seja pelo modelo ideal da ternura do seu coração de Mãe, seja pelo acompanhamento e proteção que Ela se permite, para que Igreja tenha um novo caminho de peregrinação rumo ao Pai.
Por
tudo isso é que os cristãos devem após refletir a sua Igreja, na sua
origem, na sua missão e no seu destino, voltar o olhar para Maria a fim
de contemplar nela o que é a Igreja e o seu mistério, na “sua
peregrinação da fé”, e o que ela será na pátria celeste ao termo final
de sua caminhada, onde a espera, “na glória da Santíssima e indizível
Trindade”, “na comunhão de todos os santos”, aquela que a Igreja deve
venerar como a Mãe do seu Senhor e como que a sua própria Mãe (conforme
CDIC 972):
“Assim
como no céu, onde já está glorificada em corpo e alma, a Mãe de Deus
representa e inaugura a Igreja na sua consumação no século futuro, da
mesma forma nesta terra, enquanto aguardamos a vinda do Dia do Senhor,
Ela brilha como sinal da esperança segura e consolação diante do Povo de
Deus em peregrinação.” (Lumem gentium 68)”.
Luiz Tadeu Dias Medeiros
Membro da Pastoral da Liturgia
Paróquia sagrado Coração de Jesus
Mandacarú-João Pessoa (PB)
Nossa
Senhora da Medalha Milagrosa é uma invocação especial pela qual é
conhecida a Virgem Maria, também invocada com a mesma intenção sob o
nome de Nossa Senhora das Graças e Nossa Senhora Medianeira de Todas as
Graças.Precede as aparições em La Salette, Lourdes e Fátima.
As aparições
Esta invocação está relacionada a duas aparições da Virgem a Santa Catarina Labouré, então uma noviça das Irmãs da Caridade em Paris, França, no século XIX.
A primeira aparição aconteceu na noite da festa de São Vicente de Paulo, 19 de Julho, quando a Madre Superiora de Catarina pregou às noviças sobre as virtudes de seu santo fundador, dando a cada uma um fragmento de sua sobrepeliz. Catarina então orou devotamente ao santo patrono para que ela pudesse ver com seus próprios olhos a Mãe de Deus, e convenceu-se de que seria atendida naquela mesma noite.
Indo ao leito, adormeceu, e antes que tivesse passado muito tempo foi despertada por uma luz brilhante e uma voz infantil que dizia: "Irmã Labouré, vem à capela; Santa Maria te aguarda". Mas ela replicou: "Seremos descobertas!". A voz angélica respondeu: "Não te preocupes, já é tarde, todos dormem... vem, estou à tua espera". Catarina então levantou-se depressa e dirigiu-se à capela, que estava aberta e toda iluminada. Ajoelhou-se junto ao altar e logo viu a Virgem sentada na cadeira da superiora, rodeada por um esplendor de luz. A voz continuou: "A santíssima Maria deseja falar-te". Catarina adiantou-se e ajoelhou-se aos pés da Virgem, colocando suas mãos sobre seu regaço, e Maria lhe disse:
"Deus deseja te encarregar de uma missão. Tu encontrarás oposição, mas não temas, terás a graça de poder fazer todo o necessário. Conta tudo a teu confessor. Os tempos estão difíceis para a França e para o mundo. Vai ao pé do altar, graças serão derramadas sobre todos, grandes e pequenos, e especialmente sobre os que as buscarem. Terás a proteção de Deus e de São Vicente, e meus olhos estarão sempre sobre ti. Haverá muitas perseguições, a cruz será tratada com desprezo, será derrubada e o sangue correrá". Depois de falar por mais algum tempo, a Virgem desapareceu. Guiada pelo anjinho, Catarina deixou a capela e voltou para sua cela.
Catarina continuou sua rotina junto das Irmãs da Caridade até o Advento. Em 27 de novembro de 1830, no final da tarde, Catarina dirigiu-se à capela com as outras irmãs para as orações vespertinas. Erguendo seus olhos para o altar, ela viu novamente a Virgem sobre um grande globo, segurando um globo menor onde estava inscrita a palavra "França". Ela explicou que o globo simbolizava todo o mundo, mas especialmente a França, e os tempos seriam duros para os pobres e para os refugiados das muitas guerras da época.
Então a visão modificou-se e Maria apareceu com os braços estendidos e dedos ornados por anéis que irradiavam luz e rodeada por uma frase que dizia: "Oh Maria, concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós". Desta vez a Virgem deu instruções diretas: "Faz cunhar uma medalha onde apareça minha imagem como a vês agora. Todos os que a usarem receberão grandes graças". Catarina perguntou por que alguns anéis não irradiavam luz, e soube que era pelas graças que não eram pedidas. Então Maria voltou-lhe as costas e mostrou como deveria ser o desenho a ser impresso no verso da medalha. Catarina também perguntou como deveria proceder para que a ordem fosse cumprida. A Virgem disse que ela procurasse a ajuda de seu confessor, o padre Jean Marie Aladel.
De início o padre Jean não acreditou no que Catarina lhe contou, mas depois de dois anos de cuidadosa observação do proceder de Catarina ele finalmente dirigiu-se ao arcebispo, que ordenou a cunhagem de duas mil medalhas, ocorrida em 20 de junho de 1832. Desde então a devoção a esta medalha, sob a invocação de Santa Maria da Medalha Milagrosa, não cessou de crescer. Catarina nunca divulgou as aparições, salvo pouco antes da morte, autorizada pela própria Maria Imaculada.
A invocação à Virgem das Graças
A própria medalha contém as palavras por que a Santa Mãe de Deus quis ser invocada:
Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a Vós.
Essa inscrição já sintetiza boa parte da mensagem que a Virgem Mãe revelou: a Imaculada Conceição, pela primeira vez objeto de revelação particular, em 1858 ratificada em Lurdes, e transformada em dogma pelo Papa Pio IX, com a bula Ineffabilis Deus, e a mediação da Mãe de Deus junto ao seu Divino Filho. Usar essa invocação, portanto, significa acreditar que a Virgem das virgens é a Medianeira imaculada.
Simbolismo da Medalha Milagrosa
A serpente: Maria aparece esmagando a cabeça da serpente. A mulher que esmaga a cabeça da serpente, que é o demônio, já estava predita na Bíblia, no livro do Gênesis: "Porei inimizade entre ti e a mulher... Ela te esmagará a cabeça e tu procurarás, em vão, morder-lhe o calcanhar". Deus declara iniciada a luta entre o bem e o mal. Essa luta é vencida por Jesus Cristo, o "novo Adão", juntamente com Maria, a co-redentora, a "nova Eva". É em Maria que se cumpre essa sentença de Deus: a mulher finalmente esmaga a cabeça da serpente, para que não mais a morte pudesse escravizar os homens.
Os raios: Simbolizam as graças que Nossa Senhora derrama sobre os seus
devotos. A Santa Igreja, por isso, a chama Tesoureira de Deus.As 12 estrelas: Simbolizam as 12 tribos de Israel. Maria Santíssima também é saudada como "Estrela do Mar" na oração Ave, Stella Maris.
O coração cercado de espinhos: É o Sagrado Coração de Jesus. Foi Maria quem o formou em seu ventre. Nosso Senhor prometeu a Santa Margarida Maria Alacoque a graça da vida eterna aos devotos do seu Sagrado Coração, que simboliza o seu infinito e ilimitado Amor.
O coração transpassado por uma espada: É o Imaculado Coração de Maria, inseparável ao de Jesus: mesmo nas horas difíceis de Sua Paixão e Morte na Cruz, Ela estava lá, compartilhando da Sua dor, sendo a nossa co-redentora.
O M: Significa Maria. Esse M sustenta o travessão e a Cruz, que representam o calvário. Essa simbologia indica a íntima ligação de Maria e Jesus na história da salvação.
O travessão e a Cruz: Simbolizam o calvário. Para a doutrina católica, a Santa Missa é a perpetuação do sacrifício do Calvário, portanto, ressaltam a importância do Sacrifício Eucarístico na vida do cristão.
Com a passagem do Furacão Sandy pela América do Norte, uma milagrosa e provavel manifestação da Virgem Senhora das Graças ganhou a imprensa e as redes sociais nos ultimos dias, confira:
Tudo, ou quase tudo foi registrado pelas atentas câmeras de órgãos de imprensa ou de particulares. Sem meios para comunicar-se, os donos de telefones celulares fizeram dos seus aparelhos as principais testemunhas dos fatos. Imagens da destruição causada não faltaram. Diante do terrível quadro desenhado pela catástrofe, um fato chamou a atenção não só dos bombeiros e habitantes da região, mas de todo o mundo depois que foi divulgado.
![]() |
| A notícia no Wall Street Journal |
Uma
imagem de Nossa Senhora das Graças, de tamanho natural, foi a única a
ficar intacta numa ampla região onde todas as casas e estruturas foram
completamente destruídas depois de a tormenta passar: somente a imagem
da Santíssima Virgem Maria permaneceu incólume em meio à destruição, em
toda aquela área.
Na
época de profundo ceticismo em que vivemos, certamente não vai faltar
gente querendo explicar o fato como simples coincidência. Mas,
independente do que digam, a realidade concreta é que somente a imagem
de Nossa Senhora permaneceu de pé, enquanto tudo em volta dela foi
atingido e devastado.
As lições do furacão ou ciclone "Sandy" serão muitas. Haverá uma lição a ser aprendida do fato de uma bela e frágil imagem da Mãe de Deus permanecendo de pé, intacta, enquanto tudo à sua volta foi destruído?
Maria de Minha Infância - Padre Zezinho...
"Ave Maria Cheia de Graça o Senhor é Convosco, bendita sois vós entre as mulheres e Bendido é o Fruto do vosso ventre Jesus...Santa Maria Mãe de Deus, rogai por nós pecadores, agora e na hora da nossa morte... Amém!
"O teu amor cresce com a Gente, a Mãe nunca esquece de um filho ausente, hoje chego lá em casa chateado e cansado, mas eu rezo como antigamente...Ave Maria mãe de Jesus..."
Só lembro que à noite, ao pé da cama
Juntava as mãozinhas e rezava apressado
Mas rezava como alguém que ama
Nas Ave - Marias que eu rezava
Eu sempre engolia umas palavras
E muito cansado acabava dormindo
Mas dormia como quem amava
Ave - Maria, Mãe de Jesus
O tempo passa, não volta mais
Tenho saudade daquele tempo
Que eu te chamava de minha mãe
Ave - Maria, Mãe de Jesus
Ave - Maria, Mãe de Jesus
Depois fui crescendo, eu me lembro
E fui esquecendo nossa amizade
Chegava lá em casa chateado e cansado
De rezar não tinha nem vontade
Andei duvidando, eu me lembro
Das coisas mais puras que me ensinaram
Perdi o costume da criança inocente
Minhas mãos quase não se ajuntavam

O teu amor cresce com a gente
A mãe nunca esquece o filho ausente
Eu chego lá em casa chateado e cansado
Mas eu rezo como antigamente
Nas Ave - Marias que hoje eu rezo
Esqueço as palavras e adormeço
E embora cansado, sem rezar como eu devo
Eu de Ti Maria, não me esqueço
Nossa Senhora do Ó é uma devoção mariana surgida em Toledo, na
Espanha, remontando à época do X Concílio, presidido pelo arcebispo
Santo Eugênio, quando se estipulou que a festa da Anunciação fosse
transferida para o dia 18 de Dezembro.
Sucedido no cargo por seu sobrinho, Santo Ildefonso, este determinou, por sua vez, que essa festa se celebrasse no mesmo dia, mas com o título de Expectação do Parto da Beatíssima Virgem Maria.
Pelo fato de, nas vésperas, se proferirem as antífonas maiores, iniciadas pela exclamação (ou suspiro) “Oh!”, o povo teria passado a denominar essa solenidade como Nossa Senhora do Ó. (in: SILVA, Pe. Martinho da. Flores de Maria)
A EXPECTAÇÃO DO PARTO DE NOSSA SENHORA
É uma festa católica de origem claramente espanhola, a festa é conhecida na liturgia com o nome de "Expectação do parto de Nossa Senhora", e entre o povo com o título de "Nossa Senhora do Ó".
Os dois nomes têm o mesmo significado e objetivo: os anelos santos da Mãe de Deus por ver o seu Filho nascido.
Anelos de milhares e milhares de gerações que suspiraram pela vinda do Salvador do mundo, desde Adão e Eva, e que se recolhem e concentram no Coração de Maria, como no mais puro e limpo dos espelhos.
A Expectação (expectativa) do parto não é simplesmente a ansiedade, natural na mãe jovem que espera o seu primogênito; é o desejo inspirado e sobrenatural da "bendita entre as mulheres", que foi escolhida para Mãe Virgem do Redentor dos homens, para corredentora da humanidade.
Ao esperar o seu Filho, Nossa Senhora ultrapassa os ímpetos afetivos de uma mãe comum e eleva-se ao plano universal da Economia Divina da Salvação do mundo.
fonte
INSTITUIÇÃO DA FESTA
A festa de Nossa Senhora do Ó foi instituída no século VI pelo décimo Concílio de Toledo, ilustre na História da Igreja pela dolorosa, humilde, edificante e pública confissão de Potâmio, Bispo bracarense, pela leitura do testamento de São Martinho de Dume e pela presença simultânea de três santos de origem espanhola: Santo Eugênio III de Toledo, São Frutuoso de Braga e o então abade agaliense Santo Ildefonso.
Primeiro comemorava-se, no dia 18 de dezembro, a Anunciação de Nossa Senhora e Encarnação do Verbo.
Santo Ildefonso estabeleceu-a definitivamente e deu-lhe o título de "Expectação do parto".
Assim ficou sendo na Hispânia e passou a muitas Igrejas da França, etc.
Ainda hoje é celebrada na Arquidiocese de Braga.
No Brasil
No Brasil, o culto iniciou-se à época desde o início da colonização, com o Capitão donatário Duarte Coelho, na Capitania de Pernambuco. Tendo fundado a vila de Olinda, nessa povoação erigiu-se uma Igreja sob a invocação de São João Batista, administrada por militares, onde era venerada uma imagem de Nossa Senhora da Expectação ou do Ó.
De acordo com Frei Vicente Mariano, também se tratava de uma imagem pequena com cerca de dois palmos de altura, entalhada em madeira e estofada, de autoria e origem desconhecida.
A tradição reputa esta imagem como milagrosa, tendo vertido lágrimas em 28 de Julho de 1719.
A partir dessa primitiva imagem em Olinda, a devoção se espalhou em terras brasileiras graças a cópias na Ilha de Itamaracá, em Goiana, em Ipojuca e em São Paulo, nesta última em casa da família de Amador Bueno e na do bandeirante Manuel Preto que fundou a igreja e o bairro bem conhecidos até hoje.
Os bandeirantes , por sua vez levaram a devoção para Minas Gerais, onde, em Sabará, se erige a magnífica Capela de Nossa Senhora do Ó, em estilo indo-europeu, atualmente tombada pelo Iphan.
fonte
Cubra-me com seu manto de amor, Juntava as mãozinhas e rezava apressado
Mas rezava como alguém que ama
Nas Ave - Marias que eu rezava
Eu sempre engolia umas palavras
E muito cansado acabava dormindo
Mas dormia como quem amava
Ave - Maria, Mãe de Jesus
O tempo passa, não volta mais
Tenho saudade daquele tempo
Que eu te chamava de minha mãe

Ave - Maria, Mãe de Jesus
Ave - Maria, Mãe de Jesus
Depois fui crescendo, eu me lembro
E fui esquecendo nossa amizade
Chegava lá em casa chateado e cansado
De rezar não tinha nem vontade
Andei duvidando, eu me lembro
Das coisas mais puras que me ensinaram
Perdi o costume da criança inocente
Minhas mãos quase não se ajuntavam

O teu amor cresce com a gente
A mãe nunca esquece o filho ausente
Eu chego lá em casa chateado e cansado
Mas eu rezo como antigamente
Nas Ave - Marias que hoje eu rezo
Esqueço as palavras e adormeço
E embora cansado, sem rezar como eu devo
Eu de Ti Maria, não me esqueço
Nossa Senhora Grávida ou Nossa Senhora do Ó
Nossa Senhora Grávida ou Nossa Senhora do Ó
Sucedido no cargo por seu sobrinho, Santo Ildefonso, este determinou, por sua vez, que essa festa se celebrasse no mesmo dia, mas com o título de Expectação do Parto da Beatíssima Virgem Maria.
Pelo fato de, nas vésperas, se proferirem as antífonas maiores, iniciadas pela exclamação (ou suspiro) “Oh!”, o povo teria passado a denominar essa solenidade como Nossa Senhora do Ó. (in: SILVA, Pe. Martinho da. Flores de Maria)
A EXPECTAÇÃO DO PARTO DE NOSSA SENHORA

É uma festa católica de origem claramente espanhola, a festa é conhecida na liturgia com o nome de "Expectação do parto de Nossa Senhora", e entre o povo com o título de "Nossa Senhora do Ó".
Os dois nomes têm o mesmo significado e objetivo: os anelos santos da Mãe de Deus por ver o seu Filho nascido.
Anelos de milhares e milhares de gerações que suspiraram pela vinda do Salvador do mundo, desde Adão e Eva, e que se recolhem e concentram no Coração de Maria, como no mais puro e limpo dos espelhos.
A Expectação (expectativa) do parto não é simplesmente a ansiedade, natural na mãe jovem que espera o seu primogênito; é o desejo inspirado e sobrenatural da "bendita entre as mulheres", que foi escolhida para Mãe Virgem do Redentor dos homens, para corredentora da humanidade.
Ao esperar o seu Filho, Nossa Senhora ultrapassa os ímpetos afetivos de uma mãe comum e eleva-se ao plano universal da Economia Divina da Salvação do mundo.
| fonte Origem do nome Nossa Senhora do Ó O nome teria surgido do sete vezes repetido nas evocações das antífonas do Breviário Romano.Desde o século XVII, há referência ao nome de Nossa Senhora do Ó como sendo a padroeira da capela construída por Manuel Preto. Monsenhor Paulo Florêncio de Camargo justifica a mudança do nome de Nossa Senhora da Esperança, em virtude das celebrações pré-natalinas que se faziam. Na novena dedicada a Nossa Senhora da Esperança recitava-se as antífonas do Breviário Romano que eram as seguintes:
E dispondo, todas as coisas forte e suavemente,
vinde para nos ensinar o caminho da prudência.
Ó, Adonai, senhor e condutor da casa de Israel
que apareceste a Moisés nas chamas da sarça ardente,
E lhe deste, sobre o Monte Sinai, a Lei Eterna;
vinde para nos resgatar pela potência de vosso braço.
Ó Raiz de Jessé que sois como o estandarte dos povos,
Diante do qual os reis fecharão a boca,
Não tardeis mais um momento.
Ó Chave de Davi, centro da casa de Israel,
Que abris e ninguém pode fechar,
Fechais e ninguém pode abrir,
Vinde e tira da prisão o cativo
Que está sentado nas trevas e nas sombras da morte.
Ó Sol Nascente, esplendor da luz eterna e sol da justiça:
Ó Sol Nascente, esplendor da luz eterna e sol da justiça:
vinde e iluminai aqueles que se sentam nas trevas da morte.
Ó Rei das gentes, e objeto de seus desejos,
Pedra angular, que reunis em vós os dois povos
Vinde e salvai o homem que formaste do limo da terra
Ó Rei das gentes, e objeto de seus desejos,
Pedra angular, que reunis em vós os dois povos
Vinde e salvai o homem que formaste do limo da terra
Ó Emanuel, Rei e Legislador nosso esperado
Das nações e seu Salvador vinde,
Salvai-nos senhor nosso Deus,
Que os céus chovam das alturas
E as nuvens nos tragam o Salvador.
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A festa de Nossa Senhora do Ó foi instituída no século VI pelo décimo Concílio de Toledo, ilustre na História da Igreja pela dolorosa, humilde, edificante e pública confissão de Potâmio, Bispo bracarense, pela leitura do testamento de São Martinho de Dume e pela presença simultânea de três santos de origem espanhola: Santo Eugênio III de Toledo, São Frutuoso de Braga e o então abade agaliense Santo Ildefonso.
Primeiro comemorava-se, no dia 18 de dezembro, a Anunciação de Nossa Senhora e Encarnação do Verbo.
Santo Ildefonso estabeleceu-a definitivamente e deu-lhe o título de "Expectação do parto".
Assim ficou sendo na Hispânia e passou a muitas Igrejas da França, etc.
Ainda hoje é celebrada na Arquidiocese de Braga.

No Brasil, o culto iniciou-se à época desde o início da colonização, com o Capitão donatário Duarte Coelho, na Capitania de Pernambuco. Tendo fundado a vila de Olinda, nessa povoação erigiu-se uma Igreja sob a invocação de São João Batista, administrada por militares, onde era venerada uma imagem de Nossa Senhora da Expectação ou do Ó.
De acordo com Frei Vicente Mariano, também se tratava de uma imagem pequena com cerca de dois palmos de altura, entalhada em madeira e estofada, de autoria e origem desconhecida.
A tradição reputa esta imagem como milagrosa, tendo vertido lágrimas em 28 de Julho de 1719.
A partir dessa primitiva imagem em Olinda, a devoção se espalhou em terras brasileiras graças a cópias na Ilha de Itamaracá, em Goiana, em Ipojuca e em São Paulo, nesta última em casa da família de Amador Bueno e na do bandeirante Manuel Preto que fundou a igreja e o bairro bem conhecidos até hoje.
Os bandeirantes , por sua vez levaram a devoção para Minas Gerais, onde, em Sabará, se erige a magnífica Capela de Nossa Senhora do Ó, em estilo indo-europeu, atualmente tombada pelo Iphan.
fonte
Guarda-me na paz desse olhar,
Cura-me as feridas e a dor me faz suportar...
Que as pedras do meu caminho meus pés suportem pisar
Mesmo ferido de espinhos me ajude a passar
Se ficaram mágoas em mim
Mãe tira do meu coração
E aqueles que eu fiz sofrer, peço perdão
Se eu curvar meu corpo na dor
Me alivia o peso da cruz
Interceda por mim minha Mãe, junto a Jesus
Nossa Senhora me dê a mão
Cuida do meu coração
Da minha vida, do meu destino
Nossa Senhora me dê a mão
Cuida do meu coração
Da minha vida, do meu destino
Do meu caminho
Cuida de mim
Sempre que o meu pranto rolar
Ponha sobre mim suas mãos
Aumenta minha fé e acalma o meu coração
Grande é a procissão a pedir
A misericórdia, o perdão
A cura do corpo e pra alma, a salvação
Pobres pecadores oh Mãe
Tão necessitados de Vós
Santa Mãe de Deus, tem piedade de nós
De joelhos aos Vossos pés
Estendei a nós Vossas mãos
Rogai por todos, nós Vossos filhos, meus irmãos
Nossa Senhora me dê a mão
Cuida do meu coração, da minha vida, do meu destino, do meu caminho
Cuida de mim...
Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco, bendita sois Vós entre as mulheres, bendito é o fruto em Vosso ventre, Jesus.
Santa Maria Mãe de Deus, rogai por nós os pecadores, agora e na hora da nossa morte. Amém.
“Ó Maria Santíssima, que em vossa querida imagem de Aparecida espalhais inúmeros benefícios sobre todo o Brasil, eu, cheio (a) do desejo de participar dos benefícios de vossa misericórdia, prostrado (a) a vossos pés consagro-vos meu entendimento, para que sempre pense no amor que mereceis.
Consagro-vos minha língua, para que sempre vos louve e propague vossa devoção. Consagro-vos meu coração, para que, depois de Deus, vos ame sobre todas as coisas.
Recebei-me, ó Rainha incomparável, no ditoso número de vossos filhos e filhas.
Acolhei-me debaixo de vossa proteção. Socorrei-me em todas as minhas necessidades espirituais e temporais e, sobretudo, na hora de minha morte. Abençoai-me, ó Mãe Celestial, e com vossa poderosa intercessão fortalecei-me em minha fraqueza, a fim de que, servindo-vos fielmente nesta vida, possa louvar-vos, amar-vos e dar-vos graças no céu, por toda a eternidade.” Assim seja!
Gritam de espanto e sentem um sinal dos
céus, pois, a partir daquele momento, a pesca foi abundante. Os piedosos
habitantes do lugar logo atribuíram o fato a um milagre da Virgem
morena, que passaram a chamar Nossa Senhora da Conceição Aparecida.
Me alivia o peso da cruz
Interceda por mim minha Mãe, junto a Jesus
Nossa Senhora me dê a mão
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Da minha vida, do meu destino
Nossa Senhora me dê a mão
Cuida do meu coração
Da minha vida, do meu destino
Do meu caminho
Cuida de mim
Sempre que o meu pranto rolar
Ponha sobre mim suas mãos
Aumenta minha fé e acalma o meu coração
Grande é a procissão a pedir
A misericórdia, o perdão
A cura do corpo e pra alma, a salvação
Pobres pecadores oh Mãe
Tão necessitados de Vós
Santa Mãe de Deus, tem piedade de nós
De joelhos aos Vossos pés
Estendei a nós Vossas mãos
Rogai por todos, nós Vossos filhos, meus irmãos
Nossa Senhora me dê a mão
Cuida do meu coração, da minha vida, do meu destino, do meu caminho
Cuida de mim...

Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco, bendita sois Vós entre as mulheres, bendito é o fruto em Vosso ventre, Jesus.
Santa Maria Mãe de Deus, rogai por nós os pecadores, agora e na hora da nossa morte. Amém.
“Ó Maria Santíssima, que em vossa querida imagem de Aparecida espalhais inúmeros benefícios sobre todo o Brasil, eu, cheio (a) do desejo de participar dos benefícios de vossa misericórdia, prostrado (a) a vossos pés consagro-vos meu entendimento, para que sempre pense no amor que mereceis.
Consagro-vos minha língua, para que sempre vos louve e propague vossa devoção. Consagro-vos meu coração, para que, depois de Deus, vos ame sobre todas as coisas.
Recebei-me, ó Rainha incomparável, no ditoso número de vossos filhos e filhas.
Acolhei-me debaixo de vossa proteção. Socorrei-me em todas as minhas necessidades espirituais e temporais e, sobretudo, na hora de minha morte. Abençoai-me, ó Mãe Celestial, e com vossa poderosa intercessão fortalecei-me em minha fraqueza, a fim de que, servindo-vos fielmente nesta vida, possa louvar-vos, amar-vos e dar-vos graças no céu, por toda a eternidade.” Assim seja!
Três pescadores: João Alves, Domingos Garcia e Felipe Pedroso, em outubro de 1717, precisavam de muito peixe para o banquete do Conde de Assumar. Várias vezes jogaram as redes nas águas do rio Paraíba do Sul, e nada conseguiam pescar.
Já estavam desanimados quando, de repente, na altura do Porto de Itaguaçu, percebem algo estranho na rede. Era o corpo de uma imagem feita de terracota. Em seguida, redes novamente ao rio, e o que acham desta vez? A cabeça que se encaixa direitinho no corpo da imagem.
Gritam de espanto e sentem um sinal dos
céus, pois, a partir daquele momento, a pesca foi abundante. Os piedosos
habitantes do lugar logo atribuíram o fato a um milagre da Virgem
morena, que passaram a chamar Nossa Senhora da Conceição Aparecida.
Felipe Pedroso improvisou um altar em sua casa, no qual colocou a pequena imagem.
Naquela mesma tarde reuniu-se toda a vizinhança para a reza do terço, que se tornou tradição na vila, hoje cidade de Aparecida. Os prodígios da Senhora Aparecida começaram a multiplicar-se e os peregrinos a chegar em romarias para pedir seus favores.
Da capelinha improvisada, logo foi preciso outra maior, e depois outra, e hoje o Santuário Nacional de Nossa Senhora da Conceição Aparecida é a segunda maior igreja do mundo em área construída. Aos 16 de julho de 1930, o Papa Pio XI assinou o Decreto constituindo Nossa Senhora da Conceição Aparecida Padroeira do Brasil, legitimando assim um fato já consagrado pelo povo.
Hoje peregrinos de todo o país e do exterior chegam aos milhares ao seu majestoso santuário em Aparecida, especialmente no mês de outubro, quando se celebra, no dia 12, a festa oficial da Rainha e Padroeira do Brasil.












sete vezes repetido nas evocações das antífonas do Breviário Romano.


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