PARÓQUIA SÃO SEBASTIÃO E SÃO JOÃO BATISTA DE INGAÍ ++++ DIOCESE DE SÃO JOÃO DEL REI - MG ++++ PASTORAL DA COMUNICAÇÃO

NOSSAS CAPELAS

sábado, 15 de novembro de 2014

EVANGELHO DO DOMINGO - XXXIII Domingo do Tempo Comum

Anúncio do Evangelho (Mt 25,14-30)

O Senhor esteja convosco.
Ele está no meio de nós.
PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, Jesus contou esta parábola a seus discípulos: 14“Um homem ia viajar para o estrangeiro. Chamou seus empregados e lhes entregou seus bens. 15A um deu cinco talentos, a outro deu dois e ao terceiro, um; a cada qual de acordo com a sua capacidade. Em seguida viajou.
16O empregado que havia recebido cinco talentos saiu logo, trabalhou com eles e lucrou outros cinco.
17Do mesmo modo, o que havia recebido dois lucrou outros dois.
18Mas aquele que havia recebido um só saiu, cavou um buraco na terra e escondeu o dinheiro do seu patrão.
19Depois de muito tempo, o patrão voltou e foi acertar contas com os empregados.
20O empregado que havia recebido cinco talentos entregou-lhe mais cinco, dizendo: ‘Senhor, tu me entregaste cinco talentos. Aqui estão mais cinco, que lucrei’. 21O patrão lhe disse: ‘Muito bem, servo bom e fiel! Como foste fiel na administração de tão pouco, eu te confiarei muito mais. Vem participar da minha alegria!’
22Chegou também o que havia recebido dois talentos, e disse: ‘Senhor, tu me entregaste dois talentos. Aqui estão mais dois que lucrei’. 23O patrão lhe disse: ‘Muito bem, servo bom e fiel! Como foste fiel na administração de tão pouco, eu te confiarei muito mais. Vem participar da minha alegria!’.
24Por fim, chegou aquele que havia recebido um talento, e disse: ‘Senhor, sei que és um homem severo, pois colhes onde não plantaste e ceifas onde não semeaste. 25Por isso, fiquei com medo e escondi o teu talento no chão. Aqui tens o que te pertence’.
26O patrão lhe respondeu: ‘Servo mau e preguiçoso! Tu sabias que eu colho onde não plantei e ceifo onde não semeei? 27Então, devias ter depositado meu dinheiro no banco, para que, ao voltar, eu recebesse com juros o que me pertence’.
28Em seguida, o patrão ordenou: ‘Tirai dele o talento e dai-o àquele que tem dez! 29Porque a todo aquele que tem será dado mais, e terá em abundância, mas daquele que não tem, até o que tem lhe será tirado. 30Quanto a este servo inútil, jogai-o lá fora, na escuridão. Aí haverá choro e ranger de dentes!’”.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.
33º Domingo do Tempo Comum
Escrito por Diocese   
Sex, 14 de Novembro de 2014 13:55
Imagem_103Evangelho Mt 25, 14-30
“Muito bem, servo bom e fiel! Como foste fiel na administração  de tão pouco, eu te confiarei muito mais. Vem participar da minha alegria”.
(Mt 25, 21)
 Ao chegar o final do ano litúrgico a Palavra de Deus nos ensina a estarmos sempre prontos em administrar os bens que recebemos da parte de Deus. Os talentos que o patrão entrega a seus empregados para serem trabalhados enquanto ele realiza a viagem, é como que responsabilidades conferidas por Deus a cada cristão que, pelo Batismo, se compromete em realizar na construção do Reino de Deus. Ele voltará um dia e pedirá contas a cada um de nós pelo que tenhamos feito. Esta passagem do evangelho tem assim a dimensão escatológica: o Senhor voltará no final dos tempos e irá exigir de cada cristão que teve a graça de lhe conhecer e ser chamado à vida cristã pelo batismo, a prestar contar de como fez frutificar as graças recebidas.
Deus nos confiou muitos talentos. Ele quer nossa adesão para realizar alguma obra em favor dos irmãos ou da construção do Reino de Deus. Ele usa assim a nossa mediação. Não podemos ter medo em arriscar, porque seria isto também uma manifestação da falta de fé. Deus sempre nos acompanha na medida em que fizermos o bem. Esconder os talentos é duvidar da presença de Deus, como também não usar dos meios que Ele nos deixou para nossa santificação e nosso crescimento na fé.
Deus exige nosso trabalho. Não podemos esconder os talentos e graças recebidas por sua generosidade. É necessário que corramos os riscos para que o Evangelho seja anunciado e o Reino de Deus seja construído. Na Igreja não podemos nos acomodar, cruzar os braços ou enterrar os talentos. O Senhor é justo e irá nos recompensar. Na realidade em que vivemos há muito conformismo ou acomodação, mesmo vendo as necessidades e exigências para que tenhamos um mundo melhor, muitas vezes nós nos omitimos. Este não é o comportamento do verdadeiro cristão.

D. Célio de Oliveira Goulart – Bispo Diocesano

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

ARTIGO - Igreja e o protagonismo juvenil

Igreja e o protagonismo juvenil
Escrito por Diocese  de São João Del Rei
Qui, 06 de Novembro de 2014 09:56
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“Jesus se aproximou e caminhava com eles” (Lc 24, 15).
Os discípulos de Emaús fizeram a sua caminhada. Jesus não caminhou por eles, mas com eles. Assim sendo, em relação aos jovens é necessário afirmar que eles são os verdadeiros protagonistas na evangelização juvenil. Desempenham e ocupam o lugar principal no Setor Diocesano da Juventude. O formato do setor deve ser dado pelos jovens, num processo que considere a experiência evangelizadora deles e as necessidades próprias da realidade da nossa Diocese.
Cada jovem deve se reconhecer a si mesmo como evangelizador(a) de outros companheiros, com os quais compartilha o mesmo processo de amadurecimento integral, que o prepara gradualmente para o futuro papel de serviço na própria paróquia, em sua família e na sociedade.
Os jovens precisam ser protagonistas de si mesmos, crendo em suas capacidades de crescimento e transformação. Eles querem ser considerados e interpelados. É preciso arriscar, confiando-lhes responsabilidades, segundo a sua situação e as suas capacidades. Não há maturidade sem responsabilidade, nem confiança se não percebem confiança. Os jovens não são objetos, mas sujeitos no e do seu processo de vida. Da parte dos adultos, fazem-se necessários o respeito, a acolhida e a aceitação do jovem como ele é, também em suas manifestações e participações.
“...há uma série de novas formas de participação juvenil, entre as quais podemos destacar: a) a pertença a grupos pastorais (pastorais, movimentos eclesiais, novas comunidades, redes, ONGs e outras organizações juvenis) que atuam para transformar o espaço local, nos bairros, nas favelas e periferias; b) a participação em grupos que trabalham nos espaços de cultura e lazer: grafiteiros, conjuntos musicais, de dança e de teatro de diferentes estilos, associações esportivas; c) mobilizações em torno de uma causa e/ou campanha: grupos ecológicos, Comitês da Campanha Contra a Fome, ações contra a violência e pela paz, grupos por uma outra globalização etc.; d) grupos reunidos em torno de identidades específicas: mulheres, negros, indígenas, pessoas com deficiência.”(Doc. 85 da CNBB, nº 38).
Queremos dizer a eles e elas: “Ninguém te menospreze por seres jovem” (1Tm 4, 12). Assim como disse São Paulo a Timóteo, que mesmo tímido e de tenra idade coordenava uma comunidade. Fiquem firmes nas adversidades! A recompensa virá nos frutos produzidos, posteriormente, como resultado do seu amor a Deus e do trabalho e engajamento numa comunidade de fé.
Façamos da Igreja uma casa e uma família para e com os jovens!

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Padre Roberto Modesto Carneiro
Assessor do Setor Diocesano de Juventude

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

MISSA ESPECIAL MARCA FESTA DE SÃO JUDAS TADEU NA PARÓQUIA DE INGAÍ

 
São Judas Tadeu, o Grande Apóstolo de Jesus foi celebrado com muita devoção e alegria na noite de ontem em nossa Igreja Matriz de Ingaí. Uma missa especial, presidida pelo Monsenhor Waldyr, nosso estimado sacedote amigo; pároco emérito de Luminárias e que durante este mês está atendendo pastoralmente nossa pároquia. A missa contou também com a participação de membros da Comunidade de São Judas Tadeu da região da Antiga Fazenda da Barra. A igreja estava repleta de fiéis que com grande admiração pelo Santo das causas consideradas desesperadas e urgentes vieram agradecer Graças alcansadas ou pedir outras bençãos. COnfira as fotos registradas pela fotografa Brazilissa Maria, grande colaboradora da nossa PASCOM em Ingaí.










 

terça-feira, 28 de outubro de 2014

PASCOM DIOCESANA SE REUNE E PREPRA AGENDA PARA 2015 - A EQUIPE DA PASCOM DE INGAÍ TAMBÉM SE REUNIU NA TARDE DE ONTEM

A PASCOM se consolidando em nossa Paróquia de Ingaí. Mais uma vez nos reunimos na tarde de ontem, segunda feira 27 de Outubro, na sacristia da igreja Matriz para darmos andamento aos projetos predeterminados em reuniões anteriores para serem colocados em prática pela nossa Pastoral.

O encontro foi muito produtivo, duas grandes prioridades foram firmadas para os próximos 2 meses e outros projetos já sugeridos e que serão agora "amadurecidas as ideias". 

Pelo fato de o Pároco Padre Carlinhos estar de férias, não houve possibilidade de sua participação, mas toda a pauta da reunião foi encaminhada a ele.

Não somente na nossa Paróquia a PASCOM se organiza, também na diocese houve importante encontro da cordenação diocesana da Pastoral, confira : 

Pascom Diocesana se reune e prepara agenda para 2015
Escrito por Diocese   
Seg, 27 de Outubro de 2014 11:59
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No último sábado, 25, integrantes do núcleo da Pastoral da Comunicação Diocesana se reuniu na cidade de Nazareno para o seu encontro periódico.
Seguindo a pauta, o encontro abordou diversos temas, como o desenvolvimento do Projeto “Pascom Amiga” juntamente com propostas de fermentação e do concurso fotográfico “Demonstrações de Fé”.
O momento foi de oração, conversa e confraternização. O espaço também serviu para estruturar a agenda da pastoral para o próximo ano.
Com a presença de representantes das quatro regiões forânias, o encontro teve seu desfecho com uma oração especial para o comunicador.

28 DE OUTUBRO, DIA DE SÃO JUDAS TADEU


28 out

São Simão e São Judas Tadeu, colunas da verdade do Reino

sao-simao-e-sao-judas-tadeuCelebramos na alegria da fé os apóstolos São Simão e São Judas Tadeu. Os apóstolos foram colunas e fundamento da verdade do Reino.
São Simão: Simão tinha o cognome de Cananeu, palavra hebraica que significa “zeloso”. Nicéforo Calisto diz que Simão pregou na África e na Grã-Bretanha. São Fortunato, Bispo de Poitiers no fim do século VI, indica estarem Simão e Judas enterrados na Pérsia. Isto vem das histórias apócrifas dos apóstolos; segundo elas, foram martirizados em Suanir, na Pérsia, a mando de sacerdotes pagãos que instigaram as autoridades locais e o povo, tendo sido ambos decapitados. É o que rege o martirológio jeronimita.
Outros dizem que Simão foi sepultado perto do Mar Negro; na Caucásia foi elevada em sua honra uma igreja entre o VI e o VIII séculos. Beda, pelo ano de 735, colocou os dois santos no martirológio a 28 de outubro; assim ainda hoje os celebramos. Na antiga basílica de São Pedro do Vaticano havia uma capela dos dois santos, Simão e Judas, e nela se conservava o Santíssimo Sacramento.
São Judas Tadeu: Judas, um dos doze, era chamado também Tadeu ou Lebeu, que São Jerônimo interpreta como homem de senso prudente. Judas Tadeu foi quem, na Última Ceia, perguntou ao Senhor: “Senhor, como é possível que tenhas de te manifestar a nós e não ao mundo?” (Jo 14,22).
Temos uma epístola de Judas “irmão de Tiago”, que foi classificada como uma das epístolas católicas. Parece ter em vista convertidos, e combate seitas corrompidas na doutrina e nos costumes. Começa com estas palavras: “Judas, servo de Jesus Cristo, e irmão de Tiago, aos chamados e amados por Deus Pai, e conservados para Jesus Cristo: misericórdia, paz e amor vos sejam concedidos abundantemente”. Orígenes achava esta epístola “cheia de força e de graça do céu”.
Segundo São Jerônimo, Judas terá pregado em Osroene (região de Edessa), sendo rei Abgar. Terá evangelizado a Mesopotâmia, segundo Nicéforo Calisto. São Paulino de Nola tinha-o como apóstolo da Líbia. Conta-se que Nosso Senhor, em revelações particulares, teria declarado que atenderá os pedidos daqueles que, nas suas maiores aflições, recorrerem a São Judas Tadeu. Santa Brígida refere que Jesus lhe disse que recorresse a este apóstolo, pois ele lhe valeria nas suas necessidades. Tantos e tão extraordinários são os favores que São Judas Tadeu concede aos seus devotos, que se tornou conhecido em todo o mundo com o título de Patrono dos aflitos e Padroeiro das causas desesperadas.
São Judas é representado segurando um machado, uma clava, uma espada ou uma alabarda, por sua morte ter ocorrido por uma dessas armas.
São Simão e São Judas Tadeu, rogai por nós!

sábado, 25 de outubro de 2014

VAMOS REZAR, COM NOSSO PÁROCO PADRE CARLINHOS


EVANGELHO DO DOMINGO - XXX Domingo do Tempo Comum

Anúncio do Evangelho (Mt 22,34-40)
 
O Senhor esteja convosco.
Ele está no meio de nós.
PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
Glória a vós, Senhor.
 
Naquele tempo, 34os fariseus ouviram dizer que Jesus tinha feito calar os saduceus. Então eles se reuniram em grupo, 35e um deles perguntou a Jesus, para experimentá-lo: 36“Mestre, qual é o maior mandamento da Lei?”
37Jesus respondeu: “‘Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu entendimento!’ 38Esse é o maior e o primeiro mandamento. 39O segundo é semelhante a esse: ‘Amarás ao teu próximo como a ti mesmo’. 40Toda a Lei e os profetas dependem desses dois mandamentos”.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.
30º Domingo do Tempo Comum
Escrito por Diocese   
Sex, 24 de Outubro de 2014 12:02
Dom_Celio_GoulartEvangelho Mt 22, 34-40
“Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração... Amarás ao teu próximo como a ti mesmo.”
(Mt 22, 37-39)
Os judeus tinham um profundo conhecimento das Sagradas Escrituras, principalmente sobre os mandamentos que os orientavam na prática respeitosa daquilo que se pedia aos seguidores de Deus. Mas, através dos seus líderes, questionam a Jesus sobre qual deveria ser o mandamento maior. A resposta de Jesus apresenta a novidade, o segundo mandamento está intimamente ligado ao primeiro. Deve-se sim, amar a Deus em primeiro lugar, mas nunca separá-lo do segundo, que é o amor ao próximo. Não se pode, pois, excluir do amor a Deus, o amor aos semelhantes. Os textos do Antigo Testamento e o novo ensinamento de Jesus nos levam a crer que o encontro com Deus renova e aperfeiçoa a atenção e os cuidados que devemos ter para com aqueles que se constituem como os nossos próximos.
A busca de Deus exige a busca e o encontro também com as pessoas. Não podemos nos isolar em uma busca intimista a Deus e nos esquecermos completamente das pessoas, principalmente daquelas que realmente sejam nossos próximos. A sinceridade no observar o mandamento do amor a Deus em primeiro lugar leva-nos a querer bem as pessoas. Quando nos isolamos numa tentativa de um encontro pessoal mais profundo com Deus na prática da oração, da contemplação, da aproximação do mistério de Deus, ali também iremos descobrir com mais clareza nosso dever em querer bem as pessoas. É este o caminho dos grandes santos em nossa Igreja. Na força do encontro com Deus, está também o sustento para superarmos preconceitos e distanciamentos e, na prática da caridade fraterna fazermos a experiência de descobrir Deus nas pessoas de nossa convivência diária, como também de nos levar ao encontro de outros que necessitam de nossa atenção e ajuda.
Que a força da Palavra de Deus nos ensine concretamente a vencer barreiras na prática do amor fraterno. Este é o grande desafio que todos nós cristãos enfrentamos em cada dia da vida.
D. Célio de Oliveira Goulart – Bispo Diocesano

HOJE É DIA DE SANTO ANTÔNIO DE SANT'ANA GALVÃO

Conhecido como “o homem da paz e da caridade”, Antônio de Sant’Anna Galvão nasceu no dia 10 de maio de 1739, na cidade de Guaratinguetá (SP).
Filho de Antônio Galvão, português natural da cidade de Faro em Portugal, e de Isabel Leite de Barros, natural da cidade de Pindamonhangaba, em São Paulo. O ambiente familiar era profundamente religioso. Antônio viveu com seus irmãos numa casa grande e rica, pois seus pais gozavam de prestígio social e influência política.
O pai, querendo dar uma formação humana e cultural segundo suas possibilidades econômicas, mandou Antônio, com a idade de 13 anos, à Bahia, a fim de estudar no seminário dos padres jesuítas.
Em 1760, ingressou no noviciado da Província Franciscana da Imaculada Conceição, no Convento de São Boaventura do Macacu, na Capitania do Rio de Janeiro. Foi ordenado sacerdote no dia 11 de julho de 1762, sendo transferido para o Convento de São Francisco em São Paulo.
Em 1774, fundou o Recolhimento de Nossa Senhora da Conceição da Divina Providência, hoje Mosteiro da Imaculada Conceição da Luz, das Irmãs Concepcionistas da Imaculada Conceição.
Cheio do espírito da caridade, não media sacrifícios para aliviar os sofrimentos alheios. Por isso o povo a ele recorria em suas necessidades. A caridade de Frei Galvão brilhou, sobretudo, como fundador do mosteiro da Luz, pelo carinho com que formou as religiosas e pelo que deixou nos estatutos do então recolhimento da Luz. São páginas que tratam da espiritualidade, mas em particular da caridade de como devem ser vivida a vida religiosa e tratadas as pessoas de dentro e de fora do “recolhimento”.
Às 10 horas do dia 23 de dezembro de 1822, no Mosteiro da Luz de São Paulo, havendo recebido todos os sacramentos, adormeceu santamente no Senhor, contando com seus quase 84 anos de idade. Foi sepultado na Capela-Mor da Igreja do Mosteiro da Luz, e sua sepultura ainda hoje continua sendo visitada pelos fiéis.
Sobre a lápide do sepulcro de Frei Galvão está escrito para eterna memória: “Aqui jaz Frei Antônio de Sant’Anna Galvão, ínclito fundador e reitor desta casa religiosa, que tendo sua alma sempre em suas mãos, placidamente faleceu no Senhor no dia 23 de dezembro do ano de 1822″. Sob o olhar de sua Rainha, a Virgem Imaculada, sob a luz que ilumina o tabernáculo, repousa o corpo do escravo de Maria e do Sacerdote de Cristo, a continuar, ainda depois da morte, a residir na casa de sua Senhora ao lado de seu Senhor Sacramentado.
Frei Galvão é o religioso cujo coração é de Deus, mas as mãos e os pés são dos irmãos. Toda a sua pessoa era caridade, delicadeza e bondade: testemunhou a doçura de Deus entre os homens. Era o homem da paz, e como encontramos no Registro dos Religiosos Brasileiros: “O seu nome é em São Paulo, mais que em qualquer outro lugar, ouvido com grande confiança e não uma só vez, de lugares remotos, muitas pessoas o vinham procurar nas suas necessidades”.
O dia 25 de outubro, dia oficial do santo, foi estabelecido, na Liturgia, pelo saudoso Papa João Paulo II, na ocasião da beatificação de Frei Galvão em 1998 em Roma. Com a canonização do primeiro santo que nasceu, viveu e morreu no Brasil, a 11 de maio de 2007, o Papa Bento XVI manteve a data de 25 de outubro.
Santo Antônio de Sant’Anna Galvão, rogai por nós!

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

PADRE CARLINHOS ESTÁ DE FÉRIAS, QUEM O SUBSTITUI É MONSENHOR WALDYR

foto: Isabel Lima
Durante este mês de Outubro, passadas as festividades de Nossa Senhora Aparecida, Padroeira da Brasil e das Comunidades da Bocaina e do Campestre, nosso pároco padre Carlinhos entrou em merecido descanso, aproveitando suas férias anuais.

A partir de então, as celebrações das missas na nossa Igreja Matriz de São Sebastião e São João Batista ganharam um gosto especial de passado, ganharam uma certa nostalgia que deixa a maioria dos paroquianos muito feliz, com grande alegria no coração, isso porque quem está substituindo o Padre Carlinhos nas celebrações da Igreja é o nosso eterno Padre Waldyr, Monsenhor Waldyr Henrique Mancini, Pároco Emérito de Luminárias.

As missas do final de semana e também celebrações excepcionais como missa de corpo presente, sepultamentos e unções dos enfermos foram mantidas durante este periudo de férias do pároco . 

Todos estão convidados a participar

“Como poderei retribuir ao senhor Deus por tudo aquilo que ele fez em meu favor?
“Elevo o cálice da minha Salvação, invocando o nome santo do Senhor”, 
este foi o Lema escolhido pelo jovem Padre Waldyr e que o norteia em toda a sua vida.
Padre Waldyr Henrique Mancini foi o nosso primeiro pároco, foi o padre que ficou mais tempo em nossa comunidade.
A então Paróquia de São Sebastião de Ingaí foi fundada no dia 20 de Janeiro do ano de 1999, foi a primeira paróquia criada por dom Waldemar Chaves de Araújo em nossa diocese de São João Del-Rei.Assumiram a Paróquia naquela ocasião como pároco o Padre Waldyr Henrique Mancini e como vigário paroquial e administrador, o Padre Clayton Nogueira.
Antes da criação da Paróquia nossa igreja era comunidade filial à Paróquia Nossa Senhora do Carmo de Luminárias, cujo pároco desde o ano de 1957 era o Padre Waldyr.
O povo de Ingaí sempre pedia ao bispo da diocese e ao Padre Waldyr que nossa comunidade fosse elevada ao título de paróquia e com muito carinho padre Waldyr respondia: “Um dia chove na horta de vocês...”
E o tempo passou, e choveu na nossa horta... em 1999 veio a oficialização paroquial e ganhamos um vigário residente, Padre Clayton; porém durante os 42 anos, desde a posse do Padre Waldyr até a criação de nossa paróquia, ele atendeu pastoralmente sozinho a paróquia de Luminárias, a igreja de Ingaí, suas 5 capelas, além de atender também a capela do Palmital do Cervo por um longo período.Uma força missionária esplêndida, que merece o nosso reconhecimento e a nossa gratidão

CELEBRAMOS ONTEM A FESTA DO GRANDE SANTO DE DEUS, JOÃO PAULO II


terça-feira, 21 de outubro de 2014

VAMOS REZAR COM NOSSO PÁROCO PADRE CARLINHOS


IGREJA NA REGIÃO - "Papa Francisco nomeou padre de Nepomuceno para ocupar importante cargo"

 Um sacerdote natural da cidade vizinha à nossa, Nepomuceno, Paróquia pertencente à diocese de Campanha, ganhou destaque hoje na mídia regional e nacional. Ele foi nomeado pelo Papa Francisco para exercer funções de grande interferencia na Igreja, no Vaticano.
Confira:
Papa Francisco nomeou padre de Nepomuceno para ocupar importante cargo
Padre de Nepomuceno vai representar o Brasil integrando a Pontifícia Comissão Bíblica, ele é o terceiro brasileiro a ocupar o cargo
Padre Luís Henrique Eloy e Silva, nomeado para ocupar um dos mais importantes cargos na igreja católica. Foto: Diocese de Barretos
 
Padre de Nepomuceno foi nomeado pelo Papa Francisco para integrar a Pontifícia Comissão Bíblica, ele é o terceiro brasileiro a compor a comissão e o primeiro mineiro. Padre Luís Henrique Eloy e Silva é assessor da Comissão Pastoral para a Doutrina da Fé da Conferência Nacional de Bispos do Brasil (CNBB). O grupo, formado por professores, têm a função de fazer estudos bíblicos atuais. O religioso é o único brasileiro na comissão.
São 20 integrantes naPontifícia Comissão Bíblica. Os membros são professores de Sagrada Escritura, nomeados de vários países. Ela é presidida pelo cardeal Gerhard Ludwig Müller, prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé. Todos os membros são especialistas em bíblia.
Além do padre Luís Henrique, participam da comissão professores da Itália, Espanha, México, Estados Unidos, Portugal, França, Grã-Bretanha, Nigéria, Índia, Colômbia, Congo, Irlanda, Coréia, Argentina, Hungria e Polônia. O primeiro encontro já está marcado para acontecer em abril do próximo ano.
O padre Luís Henrique iniciou sua carreira religiosa na cidade de Campanha, onde foi ordenado sacerdote. Ele trabalha, atualmente, como professor de exegese do Novo Testamento no Instituto de Teologia Dom João Resende Costa da PUC Minas e na Faculdade Jesuíta de Belo Horizonte. 
O padre é Mestre e Doutor em Sagradas Escrituras pelo Pontifício Instituto Bíblico de Roma e presbítero desde 1996. Em 2008, foi nomeado pelo papa Bento XVI perito no Sínodo sobre a Palavra de Deus na Vida e na Missão da Igreja.

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

BEATO PAPA PAULO VI, O PEREGRINO


PAPA PAULO VI

1963-1978

Giovanni Battista Enrico Antonio Maria Montini nasceu em 26 de setembro de 1897 em Concesio (Lombardia) de uma família rica da classe alta. Seu pai era um advogado não praticante virou editor e um promotor corajoso de ação social. Giovanni era uma criança frágil, mas inteligente, que recebeu sua primeira educação dos jesuítas perto de sua casa em Brescia. Mesmo depois de entrar no seminário (1916) ele foi autorizado a viver em casa por causa de sua saúde. Depois de sua ordenação, em 1920, ele foi enviado a Roma para estudar na Universidade Gregoriana e da Universidade de Roma, mas em 1922 ele se transferiu para a Accademia dei Nobili Ecclesiastici estudar diplomacia continuar seus estudos de Direito Canónico na Universidade Gregoriana. Em 1923, ele foi enviado a Varsóvia como adido da nunciatura, mas foi chamado de volta a Roma (1924), por causa do efeito dos invernos poloneses graves sobre a sua saúde, e atribuído ao escritório da Secretaria de Estado, onde permaneceu para a próxima 30 anos. Além de lecionar na Accademia dei Nobili Ecclesiastici foi nomeado capelão da Federação de Estudantes da Universidade Católica Italiana (FUCI), uma atribuição que era ter um efeito decisivo sobre suas relações com os fundadores do Partido Democrata Cristão do pós-guerra.

Em 1937, ele foi nomeado substituto para assuntos comuns sob o Cardeal Pacelli, o secretário de Estado, e ele acompanhou-a Budapeste (1938) para o Congresso Eucarístico Internacional. Na eleição de Pacelli como Papa Pio XII em 1939, Montini foi reconfirmado no cargo sob o novo secretário de Estado, o cardeal Luigi Maglione. Quando este último morreu em 1944, Montini continuou a cumprir o seu dever diretamente sob o papa. Durante a Segunda Guerra Mundial, ele foi responsável pela organização do extenso trabalho de assistência e os cuidados de refugiados políticos.
No consistório secreto de 1952 o Papa Pio XII anunciou que tinha a intenção de elevar Montini e Domenico Tardini para o Sacro Colégio, mas que ambos haviam pedido para ser dispensado de aceitar. Ao contrário, ele conferido ambos o título de prosecretary de Estado. No ano seguinte, Montini foi nomeado arcebispo de Milão, mas ainda sem o cardeal título cf. Ele tomou posse de seu novo Veja em 5 de janeiro de 1955 e logo fez-se conhecido como o "arcebispo dos trabalhadores." Ele revitalizou toda a diocese, pregou a mensagem social do Evangelho, trabalhou para reconquistar a classe trabalhadora, promoveu a educação católica em todos os níveis, com o apoio da imprensa católica. Seu impacto sobre a cidade neste momento era tão grande que atraiu a atenção mundial. No conclave de 1958 seu nome foi frequentemente mencionado, e no início consistório do Papa João em dezembro do mesmo ano, ele foi um dos 23 prelados elevados ao cardinalato com o seu nome no topo da lista. Sua resposta ao chamado para um Conselho foi imediato e mesmo antes de conhecermos, ele foi identificado como um forte defensor do princípio da colegialidade. Ele foi nomeado para a Comissão Central Preparatória do Concílio Vaticano II e também à Comissão Técnico-Organizacional.

Com a morte do Papa João XXIII, Montini foi eleito 21 de junho de 1963 para sucedê-lo. Em sua primeira mensagem para o mundo, ele se comprometeu com a continuação do trabalho iniciado por João XXIII. Ao longo de seu pontificado a tensão entre o primado do papa ea colegialidade do episcopado foi uma fonte de conflito. Em 14 de setembro de 1965, ele anunciou a criação do Sínodo dos Bispos pediram pelos Padres conciliares, mas algumas questões que pareciam adequados para discussão pelo sínodo foram reservados para si mesmo. O celibato, removido do debate da quarta sessão do Conselho, foi objecto de uma encíclica, 24 de junho de 1967); a regulação dos nascimentos foi tratado na Humanae vitae 24 de julho de 1968), sua última encíclica. As controvérsias sobre estes dois pronunciamentos tendem a ofuscar os últimos anos de seu pontificado.

Paulo teve uma inexplicável imprensa e sua imagem pública sofreu em comparação com seu antecessor, extrovertida e jovial. Aqueles que o conheciam melhor, no entanto, descrevem-no como um homem brilhante, profundamente espiritual, humilde, reservado e gentil, um homem de "infinita cortesia." Ele foi um dos papas mais viajou na história ea primeira a visitar cinco continentes. Sua notável corpus de pensamento deve ser procurado em seus muitos endereços e cartas, bem como em seus principais pronunciamentos. Sua conclusão bem-sucedida do Vaticano II deixou sua marca na história da Igreja, mas a história também irá gravar seu rigorosa reforma da Cúria Romana, o seu endereço bem recebido na ONU, em 1965, sua encíclica Populorum progressio (1967), seu segunda carta Magna sociais adveniens Octogesima (1971) -o primeiros a mostrar uma consciência de muitos problemas que só recentemente foram trazidos à luz e sua exortação apostólica Evangelii nuntiandi, seu último grande pronunciamento que também tocou na questão central da concepção apenas de libertação e salvação.

O Papa Paulo VI, o papa peregrino, morreu em 6 de agosto de 1978, a festa da Transfiguração. Ele pediu que seu funeral seja simples, sem catafalco e nenhum monumento sobre seu túmulo

PAULO VI, O PAPA BEATIFICADO NA MANHÃ DE ONTEM